Memórias Sentimentais de João Miramar

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  • Paperback
  • 118
  • Memórias Sentimentais de João Miramar
  • Oswald de Andrade
  • Portuguese
  • 09 May 2017
  • 9788525008039

About the Author: Oswald de Andrade

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10 thoughts on “Memórias Sentimentais de João Miramar

  1. Oziel Bispo says:

    Romance num estilo inovador, com fragmentos de uma história contada de modo cronológico , mas muitas vezes com duas ou mais linhas narrativas , numa mistura de poesia , prosa, cartas, diários e citações; tudo para contar a história de João miramar que luta com a ajuda de Célia, sua esposa , para fazer parte da elite da época. Foi um livro difícil para mim mas também muito proveitoso.

  2. Erwin Maack says:

    Antônio Cândido dá-nos esta expressiva síntese
    do livro: “Memórias Sentimentais de João Miramar,
    sobre ser um dos maiores livros da nossa literatura,
    é uma tentativa seriíssima de estilo e narrativa, ao
    mesmo tempo que um primeiro esboço de sátira
    social. A burguesia endinheirada roda pelo mundo
    o seu vazio, as suas convenções, numa esterilidade
    apavorante. Miramar é um humorista pince sans rire,
    que procura kodakar a vida imperturbavelmente, por
    meio duma linguagem sintética e fulgurante, cheia
    de soldas arrojadas, de uma concisão lapidar”. (página 19)

    A casa de Higienópolis sossegava preguiças
    tropicais por entre a basta erva do jardim
    aquintalado até outra rua com árvores e sol
    lembrando a longe Fontainebleau de minha sogra.
    Os domingos eram grávidos de sono. (página 69)

  3. Eduardo says:

    Um baita livrinho difícil, mas de leitura extremamente fascinante e peculiar. Toda a construção de narrativa de Oswald é em certo ponto estranha; fora jogado em uma estória de um “tal” João Miramar sem avisos prévios ou ponto de início; as escolhas capitulares de Oswald deveras curiosas: com misturas de cartas, relatos, notícias, poemas, diálogos, narrativas, e ponto de vista, o livro traz-nos uma estória riquíssima com uma escrita de luxúria a nível de Oswald. Todavia reitero, é um livro de demasiada dificuldade, já que o conhecimento linguístico e os neologismos de Oswald são impressionantes; além de seu sagaz conhecimento por literatura em geral.

    Não escafede-se, e leia esta espécie de magnum opus do modernismo brasileiro.

  4. Walter says:

    Tive dificuldades extremas para entender a obra. Captei elementos soltos, trechos que me fizeram assimilar o todo da obra, a intencionalidade, mas por muitas vezes voltei na página, reli, cansei, pulei, arrependi, suspirei, ¡ah, agora sim! e prossegui. Enfim, cansei-me com Oswald. Talvez em outro momento, um pouco mais amadurecido na escrita oswaldiana, consiga sintonizar melhor com o escritor.

  5. Laura says:

    Esta obra é um traçado autobiográfico do personagem Miramar, contido em 163 capítulos e condensado em imagens da infância, adolescência e idade adulta. São tomadas-relâmpago que contemplam o cotidiano familiar, amores, amizades, desafetos, negócios, aventuras, excursões pelo Velho Mundo, flagrantes do Rio de Janeiro e o dia a dia da cidade de São Paulo, onde mora o protagonista.

  6. Laryssa Almeida says:

    insuportável de chato.

  7. Guilherme says:

    Vanguardista é o mínimo que se pode das Memórias sentimentais. Oswald de Andrade, como aponta Haroldo de Campos no prefácio do livro (que se tornou praticamente um capítulo da obra) e Antonio Candido, fragmenta e destrói a narrativa, o romance à sua forma mais basal, para reconstrui-lo desses cacos absorvendo uma viagem sentimental. Acredito que Oswald (silencioso quanto às suas leituras e seu conhecimento) tenha tomado muito de um Sterne e de um Xavier de Maistre, além de um Brás Cubas para escrever as suas memórias sentimentais; título que evoca tanto o romance de Machado quanto o do inglês do séc. XVIII; além do conteúdo evidentemente ser de uma viagem de um João Miramar, que olha para o mar, olha para a viagem e para o retorno ao Brasil; tema esta que já fora profundamente buscado em seu Pau Brasil.
    Por essa montagem e remontagem de fragmentos, pictogramas, fotogramas, poemas, imagens, observações, cartas, takes, notas de jazz, é difícil de algum modo simples entrar nas Memórias sentimentais; contudo, me parece que o hermetismo é uma das marcas centrais do modernismo, do dadá. Já foi colocado outrora (por Mário de Andrade, se não me engano) que Oswald não era dadaísta, mas profundamente brasileiro: sim, claro, como qualquer outro grande escritor brasileiro, como José de Alencar também não foi romântico como Chateaubriand ou Victor Hugo, mas bem aos moldes brasileiros. O que quero dizer é que Oswald foi dadá emoldurado no Brasil, e acho difícil argumentar o contrário, especialmente pela sua forma caótica, que, ao invés de propor uma ordem, propõe a desordem.
    Como comentei anteriormente, isto está muito longe de ser uma novidade: basta ler a Viagem sentimental ou as Opiniões de Tristram Shandy de Sterne; contudo, o valor de Oswald está na sua redescoberta do Brasil no começo do século XX, além de sua forte verve moderna que tende a misturar ficção e confissão, algo que será levado ao máximo, talvez, por Graciliano Ramos alguns anos depois. O romance de Andrade é experimental, algumas vezes afetado, mas com certeza é uma das prosas mais ousadas que já houve na literatura brasileira.

  8. Luiza says:

    É uma leitura bastante difícil, principalmente devido à estrutura do livro... Que também é a parte mais interessante da obra! 'Memórias Sentimentais', ao invés de ser um livro tradicional, divido em capítulos, é composto por 163 fragmentos. Poemas, cartas, mini-narrações, e, as vezes, uma única linha (ex.: 75. Natal - Minha sogra ficou avó). Os neologismos, a não preocupação com pontuações ou regras gramaticais também complicam a leitura em alguns momentos.
    Contudo, não deixa de ser uma obra extremamente divertida e quebradora de tabus, ainda mais quando pensamos no contexto do Modernismo. O enredo faz suas críticas à burguesia hipócrita de São Paulo, comenta o adultério, apresenta uma separação (o que eu acredito que tenha sido bastante polêmico para um livro lançado em 1924)... Foi, sem dúvidas, um livro inovador. E ainda é um livro único e, no mínimo, extremamente interessante em sua composição.

  9. Neide Kertzman says:

    As três estrelinhas se devem à minha dificuldade pessoal com este livro, responsável por uma leitura árdua.
    Foi a primeira vez que li um romance de Oswald de Andrade, só tinha lido poemas esparsos. É um livro enxuto, mas muito complexo. Cada capitulinho varia entre cartas, poemas, notícias ou relatos do narrador, contando a história de vida de João Miramar, através de uma irônica crítica social burguesa. Gostei muito.

  10. Ketelen Lefkovich says:

    Eu odeio o modernismo.